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segunda-feira, 29 de julho de 2019

moro não passa de um salomão de quinta categoria

Pois é...

então as mensagens não existiam.
Depois existiam mas haviam sido adulteradas.

Agora, não só existem como a marreca de Curitiba mandou destruir toda e qualquer prova das mensagens.

Ou seja, pra uma pessoa que não seja tendenciosa, isso demonstra o quanto o Moro agiu de forma errada, criminosa até, para atingir seus objetivos.

E que objetivo era esse?

Olha, poderia ser prender o Lula, que diga-se de passagem, de inocente não tem nada, mas pelo jeito não era só isso.

Na verdade Moro quer ser o justiceiro e o reizinho da nação.

Moro é tão arrogante que acredita ser ele o fiel da balança. É dele que vem a palavra do que é certo ou errado no Brasil.

E pode ficar certo de que se um político - e sim, Moro não passa de um político qualquer disfarçado de homem erudito e ético - toma pra si o cajado da sabedoria, feito um Rei Salomão de quinta categoria, dali não sairá justiça e coerência, mas sim força e tirania ditatorial.

sábado, 24 de março de 2018

uma série que vai por água já nos primeiros minutos, ou... veio, o mecanismo é uma bosta!

O que falar da série O MECANISMO, do diretor José Padilha, que entrou no Netflix dia 23 de março?
Pior que não tem muito pra dizer, o roteiro é ruim (baseado em um livro caça-níquel sobre o trabalho do Sérgio Moro na operação "Lava Jato" [fala Lava a Jato PORRA! Pra mim, Lava Jato significa que alguém lava um avião!]), a direção é frouxa, o elenco interpreta de forma preguiçosa e as vezes é até meio vergonhosa a atuação.

E essa coisa de trocar os nomes das instituições e empresas com medo de processo é ridículo. Por causa disso, a Polícia Federal virou POLÍCIA FEDERATIVA  e Petrobras virou PETROBRASIL. Nem vou falar na caricatura das personagens baseadas em figuras públicas como Deltan, Moro, Lula, Dilma... nossa, é triste de ver. Troféu "A Praça É Nossa" de interpretação.

O maniqueísmo é outro ponto patético. A história do delegado da PF que depois de vinte anos de carreira tinha um carro usado e morava numa casinha de bosta no subúrbio é digna de novela da Globo... DE 1978! Cara, o salário de um delegado da PF - de início de carreira!!!! - parte do 15 mil hoje, ou seja, se o delegado da história só tinha um Fiat velho, ou ele é o cara que mais bota dinheiro fora com prostitutas, ou é burro e perde todo o dinheiro.

Mas como ele é da PF, ele é pobre, trabalhador e honesto, consequentemente, bonzinho. Já quem tem grana é vilão.

O que posso ainda dizer: FUJA DESTA SÉRIE, pois ela só vai agradar quem é leitor da Veja. 

Obs: pelo menos aquele leitor que acredita na Veja vai ficar feliz.