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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

novos dias

Assim pode ser a vida... pensamos em dias melhores mas nada acontece. Você caminha sempre os mesmos caminhos, buscando algo que já esqueceu de seu passado.

E agora?

Como será?

Seu filho já cresceu e um novo mundo separa vocês.

O tempo não vai voltar atrás.

Os anos 80 terminaram em 1988 e seus amigos moram longe.

E agora?

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

e os pais pensam... "ah, que lindinha a minha filha rebolando até o chão"

Vejo uma menina com no máximo 6 anos cantando "ai se eu te pego, ai se eu te pego..." e fazendo o gesto característico desta coreografia.

Aí fico pensando... e o pessoal se preocupa que os filmes violentos é que fazem mal para a formação das crianças.

Tá bem... deixa assim...

E lá vamos nós para o aumento na taxa de gravidez na adlolescência.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

pais e filhos... filhos ou pais... (parents and children ... children or parents)


Pensando sobre o que escreveu o grande Tutas no nosso e-mail de lucubrações hankypankyanas, eu imagino que realmente não somos aquilo que nossos pais quiseram pra nós. O Tutas mandou bem ao comentar aquilo.
Calculo, é claro, que eles - os pais - nos amam, assim como grande parte dos pais (sempre existem exceções, e conheço no mínimo uma) ama seus filhos mesmo com os defeitos que eles tenham.
Tenho certeza que por vezes a nossa rebeldia deve ter deixado os patriarcas com raiva e de cara com a gente, mas eles tiveram que nos aguentar, assim como nós aguentamos os defeitos deles.
Talvez seja isso que torne o conflito de gerações mais interessante.
A única coisa que me espanta atualmente, é que a nossa briga e rebeldia era até mesmo por uma questão cultural ou estética (por mais pífio que fosse o nosso conhecimento de ambos ) e hoje a briga da juventude é porque o celular não é de última geração.
E acredito que essa música punk dos anos 80 ajuda a ilustrar o que estou falando.


Thinking about who wrote the great Tutas in our e-mail hankypankyanas meditations, I imagine that we really are not what our parents wanted for us. The Tutas and had to comment it.
I think, of course, they - the parents - in love and how much their parents (there are always exceptions, and I know at least one) loves his children even with the faults they have.
I'm sure that sometimes our rebellion must have left the patriarchs with anger and face with us, but they had to stand in, and we held them defects.
Maybe that's what makes the generational conflict more interesting.
The only thing that amazes me now is that our struggle and rebellion was even for cultural reasons or aesthetic (however pitiful it was our knowledge of both) and now the fight youth is because the phone is not art .
And I think that punk music of the 80 helps to illustrate what I'm talking about.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

pais e filhos

Como terminei o texto anterior falando sobre integridade, vou continuar nesse tema agora, afinal, amanhã (12/12) é aniversário do meu pai e tenho que comentar algo sobre esse fato.
O Finard pai e eu, sempre tivemos nossas discordâncias e nossos desentendimentos, e isso sobre vários assuntos ou sobre várias atitudes que tomei na vida e com as quais ele não concordava.
Mas a vida é assim, pais e filhos discordam e tomam rumos e ações dissonantes.
Só que por mais que sempre tenhamos nossas opiniões fortes (e por vezes teimosas), tem algo que eu sempre carregarei comigo, e que foi ele que me ensinou, e talvez - nesse mundo cão em que vivemos - seja a coisa mais valiosa que eu tenha aprendido... ser honesto! E tenho muito orgulho de ter crescido e ter virado o homem que eu sou, sabendo o valor da honestidade e da integridade.
E esse é um presente e um ensinamento que um dia eu espero passar pro meu filho, assim como meu pai me ensinou.
Como não sou bom com as palavras, fica aqui o meu singelo agradecimento e meus parabéns pai. Feliz aniversário!